Aposentadoria por Tempo de Contribuição e PCD
Duas portas de entrada da aposentadoria: o tempo que você já contribuiu e as regras próprias de quem é pessoa com deficiência. Entenda o que muda em cada uma.
Direito Previdenciário
A área que é a marca do escritório, desdobrada por assunto. Cada tema tem uma página própria, com o que é, quem tem direito e o que fazer.
Seis frentes
Se não souber por onde começar, o simulador indica quais benefícios podem se aplicar à sua situação.
Duas portas de entrada da aposentadoria: o tempo que você já contribuiu e as regras próprias de quem é pessoa com deficiência. Entenda o que muda em cada uma.
Um indeferimento do INSS não encerra o assunto. Muitas negativas têm causa identificável e podem ser revertidas na via administrativa ou judicial.
Benefício concedido não quer dizer benefício calculado corretamente. A revisão confere o que o INSS considerou — e o que deixou de fora.
Quando a doença impede o trabalho, existe proteção previdenciária. Entenda a diferença entre incapacidade temporária e permanente e o papel da perícia.
Benefício assistencial para idosos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade. Não exige contribuição ao INSS — entenda os critérios.
Antes de pedir a aposentadoria, vale saber qual regra é a melhor para você e o que ainda falta. O planejamento evita pedir cedo demais e receber menos.
Não sabe qual benefício se aplica a você?
Descreva a sua situação pelo WhatsApp. A equipe analisa o caso individualmente e indica o caminho.
Como ler esta seção
Os seis documentos têm a mesma espinha. Quem já leu um sabe exatamente onde achar o que procura no seguinte.
O conceito explicado em linguagem comum, sem juridiquês e sem prazo ou percentual — regra previdenciária muda, e número desatualizado num site é pior do que número nenhum.
As situações em que o benefício costuma se aplicar. É uma lista de partida, não um veredito: o que vale é o seu histórico de contribuição.
O que reunir antes do atendimento. Se faltar algum item, traga o que tiver — parte do trabalho é justamente localizar o documento que se perdeu.
O procedimento, passo a passo, da análise do CNIS ao requerimento e, se necessário, à via judicial. Nenhuma página promete resultado.
Perguntas frequentes
O CNIS é o cadastro em que o INSS registra os seus vínculos de trabalho, as suas contribuições e os seus salários. É a partir dele que qualquer conta de aposentadoria começa.
O problema é que o CNIS nem sempre reflete a sua vida real: vínculos antigos podem estar ausentes, períodos podem aparecer sem salário e trabalho rural quase nunca aparece. Por isso o primeiro trabalho do escritório é comparar o CNIS com os seus documentos e identificar o que falta.
Uma negativa não encerra o assunto. O primeiro passo é entender o motivo: falta de documento, período não reconhecido, conclusão da perícia médica ou tempo considerado insuficiente. Cada motivo leva a um caminho diferente.
Dependendo do caso, cabe recurso na esfera administrativa, novo requerimento instruído com o que faltava, ou ação judicial. Guarde a carta de indeferimento e o número do requerimento: são eles que permitem a análise.
Não é obrigatório. Qualquer pessoa pode fazer o requerimento pelos canais do INSS por conta própria.
O que a assessoria muda é o preparo: conferir o histórico antes de pedir, reunir a prova do que não consta no cadastro e escolher o momento e a via mais vantajosos. Pedidos apresentados sem essa conferência costumam ser negados por falta de prova, e não por falta de direito.
Leve o que tiver em mãos: documento de identidade e CPF, carteiras de trabalho (inclusive as antigas), comprovantes de contribuição como autônomo, extrato do CNIS, e documentos do trabalho rural, se houver.
Se trabalhou exposto a agentes nocivos, o PPP fornecido pela empresa é essencial. Se já houve pedido no INSS, leve a carta de decisão.
Não se preocupe se faltar algo: parte do trabalho é justamente localizar documento que se perdeu.
O tempo rural raramente aparece no CNIS, então ele é provado por documentos e por testemunhas. Servem notas de produtor, contratos de parceria ou arrendamento, matrícula do imóvel, registros do sindicato, documentos escolares dos filhos e declarações de órgãos oficiais.
Quanto mais antigo o período, mais peso tem cada documento encontrado. Vale reunir tudo antes da conversa, mesmo o que pareça pequeno.
O PPP — Perfil Profissiográfico Previdenciário — é o documento em que a empresa descreve as suas funções e os agentes nocivos a que você esteve exposto, com base em laudos técnicos.
É a peça central para o reconhecimento de tempo especial. A empresa é obrigada a fornecê-lo, inclusive depois do fim do contrato. Se a empresa fechou, existem outros caminhos de prova, como laudos de processos semelhantes e documentos guardados por sindicatos.
Antes de seguir
As páginas desta seção explicam como cada benefício funciona em termos gerais. Elas não citam prazos, valores ou percentuais de propósito: regras previdenciárias mudam com frequência, e um número desatualizado num site é pior do que número nenhum.
O que vale para o seu caso depende do seu histórico de contribuição, da data em que você preenche os requisitos e das regras vigentes naquele momento. É isso que a análise individual resolve.
Do blog
O indeferimento não é o fim do pedido. Entenda o que a carta de indeferimento diz, quais são os caminhos administrativo e judicial e como se preparar para cada um.
Planejar é comparar cenários antes de dar entrada no pedido. Entenda o que entra nessa análise e por que a data do requerimento muda o resultado do cálculo.
Benefício concedido não quer dizer benefício calculado corretamente. Entenda o que a revisão confere, o que depende do seu histórico e o que depende de tese em discussão nos tribunais.
O primeiro passo é uma conversa
Traga a sua dúvida e os documentos que tiver em mãos. Cada caso é analisado individualmente pela equipe.