Aposentadoria por Tempo de Contribuição e PCD
Duas portas de entrada da aposentadoria: o tempo que você já contribuiu e as regras próprias de quem é pessoa com deficiência. Entenda o que muda em cada uma.
Direito Previdenciário
Aposentar-se não é só atingir uma idade. Existe mais de um caminho possível, e a diferença entre eles aparece no valor que você vai receber pelo resto da vida.
Parte 01 — Entenda
Planejamento de aposentadoria é o estudo do seu histórico de contribuições antes de qualquer pedido ao INSS. A partir do que consta no seu cadastro, analisamos quais regras se aplicam ao seu caso, o que já está cumprido e o que ainda falta.
É um trabalho de antecipação. Quem requer a aposentadoria sem esse estudo corre dois riscos: pedir antes da hora e travar um valor menor do que poderia, ou deixar de aproveitar tempo de contribuição que existe mas não está registrado corretamente.
Parte 02 — Elegibilidade
Estas são as situações mais comuns. A lista não substitui a análise do seu caso — cada histórico de contribuição é diferente.
Quem está próximo de se aposentar e quer saber qual regra é mais vantajosa
Quem contribuiu por períodos como autônomo, rural ou em atividade especial e não sabe se tudo foi computado
Quem tem períodos de trabalho sem registro em carteira e precisa avaliar se é possível comprová-los
Quem já recebeu uma simulação do INSS e quer conferir se ela considerou tudo
Reconheceu a sua situação na lista?
Conte o seu caso pelo WhatsApp. A equipe analisa o histórico individualmente e explica os caminhos possíveis.
Parte 03 — Preparação
Quanto mais completa a documentação, melhor a análise. Se faltar algum item, traga o que tiver: parte do trabalho é justamente localizar o que se perdeu.
Extrato do CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais), obtido no Meu INSS
Carteiras de trabalho, todas as que você tiver
Carnês de contribuição, se contribuiu como autônomo ou facultativo
Documentos de atividade rural, se houver (notas de produtor, contratos, declarações do sindicato)
PPP e laudos técnicos, se trabalhou exposto a agente nocivo
Parte 04 — Atuação
O caminho muda de um caso para outro. O que não muda é o procedimento: entender o que já existe, reunir o que falta e explicar as vias possíveis antes de qualquer decisão.
Levantamos e conferimos todo o seu histórico de contribuições, identificando o que está faltando ou registrado de forma equivocada
Comparamos as regras aplicáveis ao seu caso e mostramos o que muda entre elas
Indicamos, quando é o caso, o que ainda pode ser feito para melhorar o resultado antes do pedido
Conduzimos o requerimento administrativo e, se necessário, a via judicial
Parte 05 — Dúvidas frequentes
Normalmente sim. É justamente perto do fim que pequenas decisões — continuar contribuindo, corrigir um vínculo, comprovar um período — mudam o resultado final.
Ela ajuda, mas trabalha só com o que está registrado no sistema. Se houver período não computado, vínculo com erro ou tempo especial não reconhecido, a simulação não vai enxergar.
A data do pedido influencia o cálculo. Por isso o planejamento também avalia o momento, não só o direito.
Também no previdenciário
Cada um tem uma página como esta, com o que é, quem tem direito e quais documentos reunir.
Duas portas de entrada da aposentadoria: o tempo que você já contribuiu e as regras próprias de quem é pessoa com deficiência. Entenda o que muda em cada uma.
Um indeferimento do INSS não encerra o assunto. Muitas negativas têm causa identificável e podem ser revertidas na via administrativa ou judicial.
Benefício concedido não quer dizer benefício calculado corretamente. A revisão confere o que o INSS considerou — e o que deixou de fora.
Quando a doença impede o trabalho, existe proteção previdenciária. Entenda a diferença entre incapacidade temporária e permanente e o papel da perícia.
Benefício assistencial para idosos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade. Não exige contribuição ao INSS — entenda os critérios.
O índice do previdenciário reúne os seis temas e explica por onde começar.
Quer saber se o seu caso se encaixa?
Descreva a sua situação. A primeira coisa que fazemos é entender o que já existe e o que falta — cada caso é analisado individualmente.